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maio 24, 2005

Criança Esperança

Dentre as inúmeras mudanças físicas e psicológicas que ocorrem com o ser humano que pariu um fedelho merece destaque a necessidade intrínseca que eles sentem de tentar difundir a prática entre o maior número de pessoas possível.

Podem prestar atenção, é um tipo de Amway ou igreja Universal onde os pais tentam convencer os amigos não-pais a se juntarem ao grupo. Não adianta você dizer que não pretender ter filhos. Não quer? Espere só ficar um pouco mais velho, ouvir a voz da razão, o chamado da natureza. Um dia você vai acordar e desejar muito um bebê rosado e cheirando a golfada perto de você. É inevitável. Não adianta discutir. Vai ser assim e pronto.

Eu ainda não sei se isso é uma função biológica que é ativada com o nascimento do primeiro rebento com o objetivo de fazer com que a raça continue se expandindo ou se é apenas uma tentativa do progenitor/progenitora se convencer de que ter filhos é padecer no paraíso. É bom sim, a melhor coisa do mundo, tão bom que você tem que aceitar essa verdade e partir para a produção da sua própria criança remelenta o mais rápido possível. Rápido, corram que o banheiro está vazio e eu fico vigiando a porta. Mas não tentem me enganar hein, eu vou ficar olhando pelo buraco da fechadura.

Posted by Tiago Teixeira at maio 24, 2005 06:53 PM

Comments

Como diz o Maggioni, filho é igual piscina fria. O primeiro otário que cai fica tentando convencer os outros a cair também: "Vem que tá uma delícia!".

Posted by: Daniel Sansão at maio 24, 2005 07:08 PM

poker The theory of knowledge which I wish to propose is a largely Darwinian theory of the growth of knowledge. From the amoeba to Einstein, the growth of knowledge is always the same: we try to solve our problems, and to obtain, by a process of elimination, something approaching adequacy in our tentative solutions.

Posted by: poker at setembro 3, 2005 04:34 AM

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